2/29/2008

Criação e gestão de expectativas


"Nem só de pão vive o homem" é frase comum para significar que o homem se alimenta tanto de coisas materiais como espirituais. É um facto, mas não é menos verdade que o pão - não em sentido metafórico mas real - é um elemento essencial para muitos portugueses. Talvez tendo ainda presente a memória, já longínqua, de um conjunto de greves e tumultos de vária índole que assolaram Lisboa durante mais de dois meses em 1920 devido a uma subida do custo do pão, os industriais da panificação acabam de acorrer aos media a anunciar a inevitabilidade de aumentos da ordem dos 50 por cento do preço do pão que compramos diariamente. A tonelada de farinha, que custava €350 em 2006, presentemente ronda os €450 e não admiraria muito que atingisse €500 nos próximos meses. É na base destes números que a Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares lança para os media o provável aumento de 50 por cento.
Posso estar enganado, o que aliás não sucederia nem pela primeira nem pela segunda vez, mas creio que estamos perante um típico caso de condução e gestão de expectativas. De facto, mesmo imaginando que o preço do pão se baseia unicamente no preço da farinha, o que está longe de ser verdade, se aumentássemos em 50 por cento o custo da tonelada de farinha de 2006, o preço actual seria de €525. Ora, não são só as matérias-primas que constituem a base de um preço deste tipo: há, evidentemente, que contar também com a mão-de-obra, custo de instalações, aquisição e utilização de viaturas, etc. Logo, o aumento previsto parece claramente exagerado. Tem, porém, uma grande vantagem para os industriais e para o próprio governo: quando o aumento chegar e acabar por ser consideravelmente menor, o povo suspirará de alívio e dirá algo como "afinal, eles aumentaram o pão muito menos do que anunciaram. Até foram bonzinhos!"
Teremos que esperar para ver, mas estou plenamente convencido de que, neste caso, se trata de uma mera versão panificada do truque do camelo.

Nota: As olaias aí estão de novo, o que significa não só que a cidade está a ficar mais florida mas também que mais um ano passou. Para todos, votos de boa saúde e óptima disposição até ao florescimento do ano que vem!

2/26/2008

O "quiz" de Fevereiro

De quem são estas linhas?

"Andai, ganha-pães, andai; reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai. No fim de tudo isto, o que lucrou a espécie humana? Que há mais umas poucas dúzias de homens ricos. E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico? Que lho digam no Parlamento inglês, onde, depois de tantas comissões de inquérito, já devia andar orçado o número de almas que é preciso vender ao diabo, número de corpos que se tem de entregar antes do tempo ao cemitério para fazer um tecelão rico e fidalgo como Sir Roberto Peel, um mineiro, um banqueiro, um granjeeiro, seja o que for: cada homem rico, abastado, custa centos de infelizes, de miseráveis."

2/25/2008

Avaliação de professores

Pode dizer-se que não há dia em que não saia alguma notícia nos media sobre a avaliação dos professores preconizada pelo Ministério da Educação para o ensino básico e secundário. Como ex-docente de escolas superiores privadas e públicas, concebi e executei avaliações (numa escola privada) durante cerca de 25 anos. Talvez por isso, não resisto a alinhavar um breve apontamento sobre o assunto.
O primeiro ponto que gostaria de frisar é o seguinte: as avaliações, se bem conduzidas, são extremamente úteis para a melhoria de uma instituição.
O segundo ponto, primordial, é que estas avaliações não devem incidir unicamente sobre professores, mas sim sobre a instituição. Um estabelecimento de ensino é um todo, no qual se integram estudantes e docentes, mas também a direcção, as instalações, o equipamento, a secretaria, a biblioteca, a cantina e salas de estudo. Uma avaliação deve abranger estes pontos, assim como o plano das disciplinas e respectivo horário. Uma avaliação que se faça exclusivamente a professores pode parecer um acto persecutório de um grupo específico de profissionais. O objectivo de uma avaliação institucional é o de detectar itens anómalos passíveis de correcção, a fim de posteriormente se efectuar essa correcção na medida do possível. Ora, o corpo docente é uma parte substancial de uma escola, mas está longe de ser ele o único a necessitar de eventuais melhorias. Em meu entender, esta é a razão principal por que a actual proposta de avaliação está a surgir como uma provocação e a suscitar uma natural agitação em profissionais que, por sua culpa ou devido ao "sistema", têm visto o seu status social baixar drasticamente nos últimos anos.
Mão amiga fez chegar à minha caixa do correio quatro documentos importantes para a avaliação pretendida pelo Ministério. São eles (1) Um conjunto de princípios e orientações gerais, assinado pela Presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, (2) Ficha de avaliação do desempenho de docentes dos 2º e 3º ciclos, a ser preenchida pelo Coordenador do Departamento, (3) Ficha de avaliação do desempenho, a executar pelo Presidente do Conselho Executivo e (4) Avaliação global do desempenho de docentes do pré-escolar, 1º, 2º e 3º ciclos do ensino secundário, a realizar pelo Ministério.
Tudo me parece um processo altamente burocratizado, que contrasta com a simplicidade das avaliações que pessoalmente conduzi. Existem, pelo menos, 15 anexos, que levam a que cada professor seja avaliado em termos de variadíssimos itens, como "capacidade de comunicação e estímulo do interesse dos alunos pela aprendizagem", "promoção de um clima favorável à aprendizagem, ao bem-estar e ao desenvolvimento afectivo, emocional e social dos alunos", "regularidade, adequação e rigor da avaliação diagnóstica, formativa e sumativa das aprendizagens, incluindo a sua apresentação em tempo útil". Como é que se pode dar uma nota rigorosa a cada professor relativamente ao seu esforço de promoção de um "desenvolvimento afectivo, emocional e social" dos alunos? Ou, como noutra ficha se avalia, se pode apreciar com justeza aquilo que é pedido: "Empenho, participação e contributo para a definição e concretização de estratégia para a prevenção e redução do abandono escolar"? Isto é newspeak do mais ridículo que tenho visto! Apetece dizer que se é assim o topo da educação - o Ministério - como querem que a educação saia bem? Repare-se que a actividade de um professor é aqui esquartejada ao milímetro, não sendo nada impossível que, desta forma, docentes que são por todos considerados bons saiam com classificações inferiores a outros de qualidades mais duvidosas. Não é feita a pergunta necessária aos alunos, algo como "Globalmente, numa escala crescente de 1 a 5, como classificarias o professor da disciplina?" O global é, de facto, muito mais do que a soma das partes!
Mesmo assim, se exceptuarmos o linguagês burocrático usado, nem tudo estará mal: parece-me correcto que se considere em termos pontuais o "progresso das aprendizagens dos alunos relativamente à avaliação diagnóstica realizada no início do ano." Só que, francamente, duvido muito que em todas as disciplinas de todas as escolas tenha sido feito um teste inicial para diagnosticar em que patamar se encontravam os conhecimentos dos alunos. Sem esta referência, como é que o item pode ser válido?
Também me parece bem que haja pontuação para as diferenças eventualmente verificadas entre as provas de exame nacionais e as classificações internas da escola - apesar de nem todas as disciplinas nem todos os anos terem esses exames nacionais. Porém, o princípio é correcto e deverá ter incidência, penalizadora ou premiável, no caso de essa diferença ser maior do que um determinado número. Esperemos que, num próximo futuro, haja mais exames nacionais.
O cúmulo da perseguição aos professores através da assiduidade às aulas - frequentemente típica do funcionário público cumpridor mas sem qualquer rasgo de inovação e originalidade - é-nos dado através da meticulosidade de uma avaliação a fazer pelo Presidente do Conselho Executivo, que tem cinco parâmetros mesquinhamente definidos com metas de cumprimento de (1) 100 por cento do serviço lectivo (O.K.), (2) de 98 por cento a 99,9, (3) de 95 por cento a 97,9, (4) de 90 por cento a 94,79 e, depois, todo o condenatório remanescente de (5) "menos de 90 por cento do serviço lectivo" (anexo XIII). Algo incongruentemente, note-se, um outro anexo (XV) pergunta se "o docente cumpriu em cada ano lectivo do período em avaliação pelo menos 95 por cento das actividades lectivas". Já agora, o patamar deveria situar-se nos 90 por cento.
Onde é que os alunos da escola, que são os grandes receptores das aulas, se podem pronunciar? Está prevista alguma folha em branco onde eles possam dizer abertamente tudo o que sentem, assinando se assim o quiserem ou permanecendo anónimos se o preferirem? Será que, pelo menos, os estudantes que estão nos anos 10º, 11º e 12º não poderiam fornecer o seu depoimento?
Se eu próprio tivesse estado sujeito a estas grelhas para ser avaliado, duvido que alguma vez tivesse alcançado as boas classificações que sempre obtive. Mais: em face deste mar de vacuidades barrocas, duvido que continuasse com vontade de ensinar. Alguns dos bons professores que tive ao longo da minha vida de estudante, e muitos mais como colegas de profissão ao longo de 41 anos, sentiriam certamente o mesmo. Aparentemente, o que interessa é andar direitinho, não fazer ondas, não se queixar de nada, entrar a horas e sair a desoras se necessário. Lamento ter que dizer que toda esta avaliação, a começar por ignorar a existência do todo da instituição, não passa de uma palhaçada monumental.

2/21/2008

Índia (III) - "It's my duty!"


Quando coloquei ao Daryl, que nos serviu de motorista-guia num dos dias da nossa estadia em Goa, a questão do relacionamento entre os católicos, como ele, e os hindus, ele não hesitou em afirmar que não havia problemas. "São duas comunidades diferentes, mas que não se agridem mutuamente. Pacíficas." Depois, acrescentou: "Mas eles são muito diferentes de nós. Faz-me impressão vê-los sempre a trabalhar, sempre a andar de um lado para o outro, apesar dos salários baixos que têm. Ao contrário de nós, não parece dar-lhes muito gosto sentar-se a uma mesa para uma boa refeição sem pensar muito nas horas; parece que não precisam de uma pausa para uma amena cavaqueira, de um descansozinho de vez em quando."
Tive ocasião de confirmar nos dias seguintes, já fora de Goa e em diversos outros locais da vasta Índia, a correcção daquele juízo. Aos indianos a quem simplesmente perguntei se viam os seus compatriotas como gente preguiçosa ou como diligentes trabalhadores, não houve um só que me referisse a indolência ou a preguiça como sendo apanágio do seu povo. Pensei para mim que, em Portugal, não encontraria por parte dos meus patrícios a mesma unanimidade de respostas a pergunta idêntica.
Foi em Jaipur que, pela primeira vez ouvi, da boca do já não jovem indiano (foto) que nos conduzia na sua bicicleta-rickshaw, a expressão "It’s my duty!" Sempre que lhe falávamos, algo constrangidos de o ver transportar pessoas devido à sua idade, ele respondia-nos com verdadeira força interior: "It’s my duty". O mesmo viria a suceder com outras pessoas, se lhes pedíamos desculpa pelo tempo que lhes levávamos, um eventual atraso ou qualquer outra coisa.
Vieram-me à memória com alguma força os ecos muito distantes de um Gunga Din, que eu já julgava completamente esquecido e que era personagem de um filme que vi com os meus 12 ou 13 anos. Já em Lisboa, procurei esse Gunga Din na Internet, incerto até que estava de ser esta a grafia. Encontrei-o no nome do filme, e fiquei a saber que se tratava de um aguadeiro indiano de umas determinadas tropas inglesas, que acorria sempre que, no meio do calor imenso de uma caminhada ou na refrega de uma batalha, alguém necessitava de água urgentemente. Solícito, extremamente prestável, Gunga Din acudia invariavelmente. Apesar de ser tratado pelos brancos não como um igual mas como um serviçal - típico do racismo europeu (e não só) - , ele vivia o seu papel intensamente. Era o seu dever. Não questionava. Um dia, uma bala atingiu-o mortalmente. No poema que Kipling lhe dedicou e que está na Net, sobressai o último verso: "Como ser humano, és melhor do que eu."
Encontrei na Índia muitas pessoas assim. Num hotel em Bombaim, calhou falar várias vezes com o ascensorista, um indivíduo simpático e com algum inglês. Quando o questionei sobre a eventual monotonia do seu trabalho, negou-a imediatamente. "Estou bem, sinto-me feliz. Trabalho aqui oito a dez horas por dia. Estou neste hotel há dezasseis anos. Gosto do que faço. Sou útil."
Admito que outras pessoas reajam diferentemente. No geral, porém, deparei com uma sociedade confiante no futuro, apesar da sua pobreza ou exactamente por causa dela. São abnegados, estão motivados para trabalhar. Conforme já deixei expresso anteriormente, não acredito que uma substancial melhoria social possa ocorrer na Índia a curto prazo, mas estou crente de que ela ocorrerá, mais tarde ou mais cedo. Ter confiança no futuro é algo tremendamente importante para a felicidade.

2/17/2008

Inglês - Adjectivação - Conceitos básicos

Pergunte-se a uma turma de alunos portugueses que estejam a aprender inglês: "Como devo expressar em inglês a ideia de cidade-museu? Deverei dizer town museum ou museum town?” O mais provável é que o professor que coloca esta questão receba respostas desencontradas. É bom que oiça as razões das diferentes escolhas para entender o raciocínio dos alunos. Depois, convém relembrar algo absolutamente fundamental na língua inglesa: o qualificativo precede aquilo que qualifica (o que representa uma ordem geralmente contrária à que se usa em português). Assim, "um homem alto" é a tall man, e "uma mulher alta" é a tall woman. "Pessoas altas" são tall people.
Estamos aqui apenas a tratar de adjectivos qualificativos, o mais simples. O título que demos foi, no entanto, "adjectivação", mais alargado. Os substantivos servem também para qualificar: "um mapa de estradas" é a road map. "Uma torre sineira" é a bell tower. "Uma fraude cometida nos impostos" a tax fraud. Como se vê, estes são exemplos de substantivos (road, bell, tax) que qualificam outros substantivos que vêm a seguir (map, tower, fraud).
Algo apenas ligeiramente mais complexo é a frase Paul loves space-related issues ("Paul adora assuntos relacionados com o espaço."). Noutro exemplo, "Eles estão hospedados num hotel de cinco estrelas", diremos They are staying at a five-star hotel. Vejamos agora uma frase mais longa, mas não necessariamente mais complexa: They had to build a 10-kilometer-long, 80-meter-wide fire break to control the conflagration. ("Viram-se forçados a construir uma barreira para o fogo com dez quilómetros de comprimento por 80 metros de largura a fim de controlar aquele incêndio de grandes proporções.")
Que conclusões significativas podemos extrair destes exemplos? 1. Os qualificativos, sejam eles adjectivos ou substantivos, precedem aquilo que qualificam. 2. Os qualificativos, sejam eles adjectivos ou substantivos, ficam imutáveis em género (masculino, feminino, neutro) e em número (singular, plural).
Aqui será talvez importante perguntar por que motivo se diz road map (e não roads map ou mesmo roads’ map, como alguns alunos decerto pretenderiam). A resposta está no enunciado atrás. O qualificativo é imutável, quer ele seja substantivo ou adjectivo. Se quisermos, trata-se de um substantivo-adjectivo. Por outro lado, não pode ser roads’ map porque as estradas não "possuem" o mapa. As coisas, dado que não têm querer, em princípio não podem possuir outras. Qualificam-nas, isso sim. Por esse motivo se diz, por exemplo, ticket office para posto de venda de bilhetes (bilheteira) e não tickets’ office.
Resulta bem junto de alunos a imagem de que o qualificativo funciona como um auto-colante pré-definido, um sticker que se cola a uma pessoa ou a uma coisa, tal como um dístico que se cole no dorso ou no peito de um atleta numa corrida. O dístico "13ª Maratona de Lisboa" é igual tanto para um homem como para uma mulher. O qualificativo é, por assim dizer, abstractizado, pelo que não muda. O que pode mudar é aquilo que é qualificado, tanto de masculino para feminino (homem/mulher), como de singular para plural ou plural para singular.
No exemplo dado - They are staying at a five-star hotel -, por que motivo não se dirá a five-stars hotel ou mesmo a five-stars’ hotel? Quem entendeu a explicação de road map é capaz de transferir aquilo que assimilou para este exemplo. Se não consegue, é porque não compreendeu a explicação anterior, que é, aliás, válida para o outro exemplo dado: They had to build a 10-kilometre-long, 80-metre-wide fire break to control the conflagration.
Nunca será demais acentuar a importância do facto de, em inglês, o último elemento ser o mais importante, como é característico das línguas germânicas. Notemos a diferença flagrante relativamente ao português no exemplo comum encontrado nas nossas estradas e ruas: "Velocidade controlada por radar." Em inglês seria, naturalmente, Radar-controlled speed. Altera-se assim a estrutura normal da frase, com o último elemento (speed) a não corresponder ao último elemento português.
Uma explicação global e simples deste género ajuda sobremaneira os alunos a entender o caso possessivo e a vê-lo sob a mesma lógica das frases atrás. Assim, em John’s mother (a mãe do João), temos exactamente a mesma coisa – é o último elemento o mais importante e não o primeiro. O apóstrofo expressa apenas aquilo a que chamamos, como se fosse algo isolado e não fizesse parte integrante da mesma estrutura da língua acima referida, "o caso possessivo" (as pessoas podem possuir, têm querer, ao contrário das coisas.) Jim’s father, Cecilia’s husband, etc. seguem o mesmo princípio, obviamente.
Insistir neste aspecto parece-me crucial - sendo a prática através de exercícios interessantes e diversificados obviamente necessária - porque a estrutura mental portuguesa é diferente e, na sua diferença, leva vários alunos por vezes razoáveis a escreverem algo como his husband e her wife, quando baralham o qualificativo e o qualificado. Eles sabem que deveriam ter escrito her husband e his wife (a não ser que se trate de casamentos entre pessoas do mesmo sexo), mas a sua ordem de palavras em inglês não está ainda suficientemente automatizada.
Uma explicação integrada mas perfeitamente acessível, em vez da simples anotação de que "os adjectivos vêm sempre antes dos substantivos e não mudam na sua forma", parece-me bastante útil. Facilita a compreensão oral e a leitura, vai ao miolo estrutural da língua e diminui os erros que, inevitavelmente, surgem aqui e ali.
Um último exemplo reúne vários dos pontos acima referidos: Gunga Din is one of Rudyard Kipling’s most famous poems, perhaps best known for its often-quoted last line, You’re a better man than I am, Gunga Din. Tente dar-se aos alunos para tradução para inglês "Gunga Din é um dos poemas mais famosos de Rudyard Kipling, talvez mais conhecido pelo seu último verso, que é frequentemente citado: És um homem melhor do que eu, Gunga Din". Compare-se depois com a frase original.
P.S. Diz-me a experiência que convém insistir em pontos que são frequentemente confundidos pelos alunos mais fracos: tanto other como different, certain e os (adjectivos) possessivos our, your e their são qualificativos. Por esse motivo, others cities, differents languages, certains aspects, ours parents, yours friends e theirs problems são coisas que têm que ser revistas urgentemente. São estruturais.