A-Z WEBLOG
UMA NOVA FORMA DE EX-PRESSÃO, RE-ACÇÃO E PARTILHA...
BLOGUISTAS
VISITAS DESDE 18 JAN. 2004
Arquivos
Setembro 2003
Outubro 2003
Novembro 2003
Dezembro 2003
Janeiro 2004
Fevereiro 2004
Março 2004
Abril 2004
Maio 2004
Junho 2004
Julho 2004
Agosto 2004
Setembro 2004
Outubro 2004
Novembro 2004
Dezembro 2004
Janeiro 2005
Fevereiro 2005
Março 2005
Abril 2005
Maio 2005
Junho 2005
Julho 2005
Agosto 2005
Setembro 2005
Outubro 2005
Novembro 2005
Dezembro 2005
Janeiro 2006
Fevereiro 2006
Março 2006
Abril 2006
Maio 2006
Junho 2006
Julho 2006
Agosto 2006
Setembro 2006
Outubro 2006
Novembro 2006
Dezembro 2006
Janeiro 2007
Fevereiro 2007
Março 2007
Abril 2007
Maio 2007
Junho 2007
Julho 2007
Setembro 2007
Outubro 2007
Novembro 2007
Dezembro 2007
Janeiro 2008
Fevereiro 2008
Março 2008
Abril 2008
Maio 2008
Junho 2008
Julho 2008
Agosto 2008
Setembro 2008
Outubro 2008
Novembro 2008
Dezembro 2008
Janeiro 2009
Fevereiro 2009
Março 2009
Abril 2009
Maio 2009
Junho 2009
Julho 2009
Setembro 2009
Outubro 2009
Novembro 2009
Dezembro 2009
Janeiro 2010
Fevereiro 2010
Março 2010
Abril 2010
Maio 2010
Junho 2010
Julho 2010
Setembro 2010
Outubro 2010
Novembro 2010
Dezembro 2010
Janeiro 2011
Fevereiro 2011
Março 2011
Abril 2011
Maio 2011
Junho 2011
Julho 2011
Agosto 2011
Setembro 2011
Outubro 2011
Novembro 2011
Dezembro 2011
Janeiro 2012
Fevereiro 2012
Março 2012
Setembro 2003
Outubro 2003
Novembro 2003
Dezembro 2003
Janeiro 2004
Fevereiro 2004
Março 2004
Abril 2004
Maio 2004
Junho 2004
Julho 2004
Agosto 2004
Setembro 2004
Outubro 2004
Novembro 2004
Dezembro 2004
Janeiro 2005
Fevereiro 2005
Março 2005
Abril 2005
Maio 2005
Junho 2005
Julho 2005
Agosto 2005
Setembro 2005
Outubro 2005
Novembro 2005
Dezembro 2005
Janeiro 2006
Fevereiro 2006
Março 2006
Abril 2006
Maio 2006
Junho 2006
Julho 2006
Agosto 2006
Setembro 2006
Outubro 2006
Novembro 2006
Dezembro 2006
Janeiro 2007
Fevereiro 2007
Março 2007
Abril 2007
Maio 2007
Junho 2007
Julho 2007
Setembro 2007
Outubro 2007
Novembro 2007
Dezembro 2007
Janeiro 2008
Fevereiro 2008
Março 2008
Abril 2008
Maio 2008
Junho 2008
Julho 2008
Agosto 2008
Setembro 2008
Outubro 2008
Novembro 2008
Dezembro 2008
Janeiro 2009
Fevereiro 2009
Março 2009
Abril 2009
Maio 2009
Junho 2009
Julho 2009
Setembro 2009
Outubro 2009
Novembro 2009
Dezembro 2009
Janeiro 2010
Fevereiro 2010
Março 2010
Abril 2010
Maio 2010
Junho 2010
Julho 2010
Setembro 2010
Outubro 2010
Novembro 2010
Dezembro 2010
Janeiro 2011
Fevereiro 2011
Março 2011
Abril 2011
Maio 2011
Junho 2011
Julho 2011
Agosto 2011
Setembro 2011
Outubro 2011
Novembro 2011
Dezembro 2011
Janeiro 2012
Fevereiro 2012
Março 2012

A-Z WEBLOG
1/16/2012
Aleluia!
É tão degradante a cena nacional neste momento que nem apetece falar dela. De ordenados chorudos pagos em empresas e instituições bem conhecidas a homens claramente escolhidos por conveniência política e pressões de clientela até ao escandaloso incumprimento de variadíssimos itens mencionados durante a campanha eleitoral vai todo um chorrilho de asneiras e indecorosas acções que será melhor não especificar.
Mas eis que surge agora uma medida claramente moralizadora, que esperamos seja a primeira de muitas outras: a aprovação de legislação que acaba com vários privilégios dos gestores de empresas e institutos públicos. Conquanto não se saiba em concreto se esta legislação se aplica também aos gestores actualmente em funções ou apenas aos que irão entrar a partir da sua publicação no Diário da República, é uma lei que se saúda. Quanto a vencimentos, não poderá haver nenhum membro da equipa de gestão que aufira um vencimento mensal superior ao do primeiro-ministro (€ 5300 ilíquidos). Tanto a utilização de cartões de crédito, que tantos abusos causou, como a apresentação de despesas de representação são regalias retiradas a partir de agora. Os contratos passarão a englobar objectivos que, em caso de incumprimento, podem originar demissão, a qual nunca dará azo a indemnização se o gestor não tiver ainda cumprido um ano de serviço.
Era bom que surgissem rapidamente mais medidas deste género em vários domínios para que não se fique com a ideia – amplamente justificada – de que a austeridade quando é decretada é muito mais para uns do que para outros. E que não haja excepções! Duas ou três excepções destroem todo e qualquer edifício que se pretenda construir.
- colocado por Carvalho-Oliveira @ 21:31
